03/04/2012 13h57

A Lei de Gérson das escolas de educação básica


Mais uma rodada de negociação terminou sem nenhum avanço. Repetindo o desdém das reuniões anteriores, o SIEEESP e demais sindicatos patronais recusaram-se a apresentar uma nova proposta de reajuste salarial.

Não há justificativa para a atitude irresponsável que tem se arrastado desde fevereiro. As escolas têm recursos para pagar bem acima do que os 5,6% que foram propostos até agora.

Essa história deve ser contada quantas vezes se fizer necessário: no final do ano passado, as escolas projetaram uma inflação bem maior do que acabou acontecendo. Com base nessa expectativa, as mensalidades foram reajustadas, na média, em 10%.

O mês de março chegou e a inflação dos doze meses anteriores acabou ficando em 5,3%, abaixo do que as escolas estimavam pagar aos professores e funcionários não docentes.

O SIEEESP e seus sindicatos satélites adotaram a Lei de Gérson como plataforma nas negociações salariais. Beneficiadas por uma conjuntura favorável, as escolas decidiram levar vantagem e embolsar o que deveria estar destinado aos trabalhadores.

Fonte: FEPESP

todas as notícias
|30.04.16 - Assembleia recusa proposta e aprova mediação da Justiça do Trabalho
|29.04.16 - Sinpro-SP pede inclusão de professores na imunização contra a Gripe A
|29.04.16 - Começa o 16o Congresso de Língua Protuguesa
|28.04.16 - Primeiro de Maio
|27.04.16 - Aplicativo permite consulta ao extrato do FGTS

Ranking de salários
Logo Twitter Logo SoundCloud Logo YouTube Logo Facebook
Plano de saúde para professores
Cadastre-se e fique por dentro de tudo o que acontece no SINPRO-SP.
 
Sindicato dos Professores de São Paulo
Rua Borges Lagoa, 208, Vila Clementino, São Paulo, SP – CEP 04038-000
Tel.: (11) 5080-5988 - Fax: (11) 5080-5985
Websindical - Sistema de recolhimentos