SinproSP

Professores discutem medidas contra Unicastelo em reunião marcada para dia 6

Atualizada em 25/10/2004 13:00

No próximo dia 6, às 13h, os professores da Unicastelo têm uma reunião no SINPRO-SP com o advogado Marcos Botturi para discutir as possíveis ações legais contra as irregularidades cometidas pela instituição.

Em comunicado divulgado nesta segunda-feira (veja abaixo), os docentes explicitam as dificuldades enfrentadas, tais como salários freqüentemente atrasados, FGTS não depositado, ausência de assistência médica, entre outras.

COMUNICADO AOS PROFESSORES E ALUNOS

Já é de domínio público o histórico descaso, o desrespeito dos responsáveis pela instituição com os direitos dos professores. Salários e abonos (13º, 1/3 de férias) freqüentemente atrasados e pagos sem as devidas multas, rescisões contratuais em litígio, a quase totalidade do FGTS não depositada, IRPF e seguridade social descontados em folha e, quase sempre, não transferidos para a Receita Federal e o INSS, ausência de assistência médica (que, no caso, é um direito que consta na convenção coletiva), etc.

Ora, somos educadores! Temos compromisso público com o desenvolvimento profissional e, principalmente, humano de nossos educandos. Devemos ser valorizados em nossos direitos. Porém, ainda mais do que salários e abonos, é a qualidade de ensino que está em jogo, pois aqueles podem e devem ser recuperados, mas a precarização desta afeta sobretudo nossos alunos, deixando marcas indeléveis.

Considerando os motivos expostos, o SINPRO-SP convoca os professores a participarem de uma reunião no dia 06 de novembro de 2004 com o Dr. Marcos Botturi, na qual serão discutidas as possíveis ações legais que podemos efetuar na luta por nossos direitos.

São Paulo, outubro de 2004

Professores da Unicastelo