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Sindicatos insistem nas cláusulas garantidas pelo Dissídio Coletivo

Atualizada em 07/04/2021 09:21

Em nova rodada de negociação ontem, 06 de abril, a comissão de negociação coordenada pela Fepesp voltou a defender uma nova Convenção Coletiva com base no julgamento do Dissídio de 2019/2020. Os representantes patronais querem a Convenção com as cláusulas negociadas até 2018, desconsiderando os avanços julgados pelo Tribunal, entre eles, pagamento incondicional de janelas e hora tecnológica.

CONVENÇÃO COLETIVA, DISSÍDIO, ACORDO COLETIVO: ENTENDA AS DIFERENÇAS

Além da manutenção das cláusulas sociais, os sindicatos defenderam reajuste que reponha o poder de compra corroído pela inflação e participação nos lucros e resultados. A proposta, aprovada por consenso entre os sindicatos, prevê, em 2021, reajuste de 6,29% pagos em duas parcelas - março e agosto - e PL de 15% em outubro. Para o ano de 2022, o reajuste também asseguraria a reposição inflacionária de uma única vez, em março, e PLR de 15% também em outubro.

Os donos de escola devem agora reunir-se em assembleia para discutir se aceitam ou não as bases reivindicadas pelos sindicatos para assinatura de nova Convenção Coletiva.