Sesi/Senai

Assembleia aprova por unanimidade apoiar e dar suporte aos dirigentes sindicais

Atualizada em 06/03/2026 10:16

Nesta quinta-feira (05/03), cerca de 200 professoras e professores do Sesi e do Senai participaram da assembleia de avaliação das negociações da campanha salarial, na sede do SinproSP. Em 2026, por deliberação da categoria, a campanha assumiu caráter estadual, pauta de reivindicações unificada e está sendo conduzida pela Fepesp em sintonia com os 26 sindicatos da base. 
 

O presidente do SinproSP, Celso Napolitano, foi autorizado, por unanimidade, a intensificar a briga pela pauta de reivindicações do segmento nas mesas de negociação que ocorrem semanalmente, às terças-feiras.
 

“A assembleia foi muito importante. Agora me sinto fortalecido e mandatado pelas professoras e pelos professores do Sesi para continuar as negociações com os patrões, insistindo na conquista de itens fundamentais na relação de trabalho docente, como por exemplo as férias coletivas em julho de 2026. Vamos lutar e conquistar juntos e juntas”, disse Napolitano.


A pauta de reivindicações que está em negociação prevê reajuste salarial com base no INPC + 50% desse índice, aumento no adicional de hora-atividade para 20% e aumento real de 10% no valor dos vales refeição e alimentação, além de abono de 18% do salário. O SESI se manifestará sobre o “pacote econômico” das reivindicações após a divulgação do INPC, o que deverá ocorrer na próxima semana. 


Também constam da pauta itens como atuação dos professores de 3º, 4º e 5º anos do  Ensino Fundamental  exclusivamente nas turmas em que são regentes; implementação de núcleos de inclusão com equipe interdisciplinar para apoiar e assessorar professores e alunos, além de profissional de apoio em sala de aula, com formação especializada; pagamento adicional quando da elaboração de atividades avaliativas substitutivas ou adaptadas e orientação de trabalhos acadêmicos, nas mesmas condições que foram confirmadas pelos desembargadores do Tribunal Regional do Trabalho, para docentes de escolas privadas de educação básica.
 

A Assembleia endossou também outros pontos a serem garantidos na mesa de negociação, tais como rejeição do calendário escolar proposto pelo SESI e concessão de férias coletivas no mês de julho, coincidente com o calendário de férias dos demais sistemas de ensino; isonomia na remuneração das PFEIs em relação aos docentes, que ficaram responsáveis pela elaboração dos PAEs e das atividades de inclusão. Os professores e as professoras também aprovaram por unanimidade a instalação da assembleia em caráter permanente, para agilizar o processo de convocação, caso seja necessário.
 

Vale lembrar que apenas os participantes da assembleia, que está instalada em caráter permanente, terão a falta abonada, garantida em Acordo Coletivo da categoria.

Confira a pauta de reivindicações que está em negociação aqui.

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