Perigo à vista: é preciso juntar forças para defender nossos direitos
Na terceira rodada de negociações entre a Fepesp e o Semesp, realizada nesta quarta-feira (25/3), o sindicato patronal continuou negando os principais itens da pauta de reivindicações, não tratou de nenhum tema do pacote econômico e ainda pediu respostas à “proposta indecente” dirigida aos docentes que anula conquistas e retira direitos. Ou seja, ficou confirmado que querem mesmo acabar com a nossa Convenção Coletiva de Trabalho.
Não aceitamos perda de direitos! Veja só que está em risco: plano de saúde, bolsa de estudos, piso salarial, aumento real, marco regulatório da EaD, PLR ou Abono Especial, Vale-Alimentação, Vale-Refeição, uso da IA no ambiente acadêmico, proteção ao docente (saúde mental, assédio moral, assédio sexual e discriminação racial (NR1).
“Os mantenedores continuam recusando as nossas reivindicações principais e propondo o desmonte da nossa Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Na próxima reunião vamos colocar nossa pauta como protagonista da discussão e insistir que não arredamos pé dos nossos direitos. Não mexa no que foi conquistado, essa é a nossa palavra de ordem”, destacou Celso Napolitano, presidente do SinproSP, um dos sindicatos integrantes da Fepesp presente na mesa de negociações.
O SinproSP segue visitando as faculdades para informar professoras e professores sobre o andamento das negociações e solicitando que atendam às convocações para as assembleias.