Ensino superior

Docentes dizem não à redução de direitos e votam por estado de greve

Atualizada em 24/04/2026 10:17

A contraproposta patronal, que retira direitos históricos da categoria, desconsidera as condições de trabalho e não valoriza a profissão docente, foi REJEITADA por ampla maioria de professoras e professores presentes à assembleia realizada na tarde desta quinta-feira (23). 

 

O reajuste oferecido pelas mantenedoras  foi de 2,45% em junho, mais 1% em outubro e PLR de 14,5% também em outubro. Além da proposta econômica indecente, querem acabar com o plano de saúde e reduzir as bolsas de estudos, conquistas históricas das lutas de professoras e professores ao longo de décadas.

 

Os docentes também instauraram estado de greve e agendaram nova assembleia estadual para o dia 14 de maio. Nesta data, a depender da resposta patronal, manterão o ritual para deliberação sobre a greve, com manifestações públicas a fim de esclarecer a sociedade sobre a maneira pouco civilizada com que as empresas mercantis do ramo da educação estão tratando as negociações com professoras e professores do ensino superior.

 

Nova reunião com o Semesp (Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo) está marcada para a próxima quarta-feira (29).   

 

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